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27 Feb 2012

Bombas Centrifugas Verticais – Caprari Announces Strategic Alliance with Peme Gourdin

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A long-term strategic alliance has been established between Caprari and Peme Gourdin, two European manufacturers specialized in water centrifugal pumps.

Thanks to the strongly complementary sales networks, markets and products of the two concerns, this new partnership will provide fresh opportunities for Caprari customers who’ll be able to count on an alternative and even wider choice of products, pumping solutions and services, than the already comprehensive range developed during almost 70 years of history and experience in the sector.

Caprari is a strongly customer-oriented international Group. It has a vast and flexible world-wide network of subsidiaries, partners and dealers able to assist customers wherever they are in a prompt and wholly professional way, before the sale and throughout the entire life-cycle of the products.

With this alliance Caprari presents the new High Flow Line, a range of products and solutions designed for pumping water at high flow rates, now available world-wide through the Caprari network.

The High Flow Line products have been entirely designed, engineered and manufactured for professional pumping requirements, allowing both plant engineers and users to optimize the Life Cycle Cost – LCC thanks to their ultra-high levels of efficiency (low energy consumption), long life and reliability.
High Flow Line is based on an advanced construction and offers the customer the best solution for each project.

A very wide variety of configurations is available: alloyed cast iron, carbon steel, bronze and cupro-aluminium, AISI 316 stainless steel, duplex and super duplex.

The service providing by Caprari network for High Flow Line begins with analysis and research to identify the best solution from both technical and cost-effective aspects and continues with the offer of specialized assistance: installation, start-up and commissioning, monitoring with highly specialized personnel, training. Caprari assists the customer at every stage: from the offer through the contract, the final testing of the installation up to after-sales service.

Caprari France
In particular the Caprari French subsidiary will be able to propose a complete and highly professional assortment of services in the French territory, leaning, as partner, on the organization, skills and means of the Service Division of Peme Gourdin, which possesses a widespread network of Service Centers and teams of expert technicians.

The services available at the present time range from installation to start-up, through to diagnostics, repairs, laser alignment, product re-conditioning.


Picture: Caprari

Source: Caprari

25 Feb 2012

Etanol: governo anuncia R$ 65 bi ao setor de cana até 2015

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O governo lançou nesta sexta-feira um plano que prevê financiamentos da ordem de R$ 65 bilhões até 2015 ao setor de cana-de-açúcar com o objetivo de expandir a oferta da matéria-prima para a produção de etanol no Brasil, informou o Ministério da Agricultura. O plano visa elevar a produção de etanol após uma queda de quase 20% na atual temporada no centro-sul do Brasil , região que responde por cerca de 90% da moagem de cana, que sofreu os efeitos de problemas climáticos e do envelhecimento dos canaviais, após anos de investimentos insuficientes.

A proposta do ministério é atender “à crescente demanda nacional e o potencial do mercado externo por etanol”, por meio de estímulo ao plantio de novas áreas e da renovação dos canaviais. Com o programa, o ministério prevê um aumento de mais de 5 milhões de hectares na área de cana no Brasil, ante os atuais 8,4 milhões de hectares, além da renovação de 6,4 milhões de hectares de canaviais envelhecidos até 2015.

Na atual temporada, os motoristas de carros flex optaram em sua maioria pela gasolina, mais competitiva na comparação ao etanol hidratado, em meio à alta dos preços pela quebra de safra e ao controle da cotação do combustível fóssil pelo governo.

A fonte dos recursos do programa ainda não está totalmente definida. Mas o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que já tem um programa de R$ 4 bilhões para a renovação dos canaviais em 2012 , é uma das instituições que ofertará crédito, segundo o ministério. O governo também quer o setor bancário destine um maior volume dos recursos obrigatórios para o financiamento do setor de cana, assim como busca fomentar investimentos privados.

“O plano pretende propiciar as condições necessárias para atrair investimentos privados e, desta forma, a retomada de crescimento do setor sucroalcooleiro”, disse o ministério em nota, citando o secretário de Produção e Agroenergia, Gerardo Fontelles. Uma definição sobre essas e outras questões poderá ocorrer na próxima reunião do Conselho Monetário Nacional, na quinta-feira que vem, segundo a assessoria de imprensa do ministério, que acrescentou que o plano para a expansão do etanol já está previamente acordado com outros ministérios, como Minas e Energia e Fazenda.

O programa
Para a renovação dos canaviais, o plano do governo prevê financiamentos da ordem de R$ 29 bilhões, divididos da seguinte forma: R$ 9,9 bilhões em 2012; R$ 5,4 bilhões em 2013; R$ 7,3 bilhões em 2014; e R$ 6,5 bilhões em 2015, segundo a assessoria do ministério.

O objetivo é renovar até 2015 cerca de 6,4 milhões de hectares de canaviais, disse o governo, acrescentando que atualmente há canaviais que estão no sexto corte, idade acima do ideal. O setor de cana reduziu investimentos após a crise financeira de 2008, o que impactou fortemente a produtividade a atual safra. A produtividade da cana no centro-sul do Brasil caiu mais de 15% na safra 2011/12 na comparação com a média histórica.

A segunda ação planejada pelo governo é apoiar o setor para que se acabe com alta ociosidade que existe atualmente na indústria, em função da quebra de safra. Para isso, o governo prevê R$ 8,5 bilhões até 2015, ampliando a área plantada em 1,4 milhão de hectares no período, com um aumento anual de 355 mil hectares. Segundo a nota, a ociosidade média estimada das usinas é de cerca de 16%.

Uma terceira ação visa ampliar a área plantada para proporcionar o crescimento da indústria de etanol. “A demanda por etanol prevista, até 2015, vai exigir ampliação das áreas de produção de cana-de-açúcar em 3,8 milhões de hectares que envolverão recursos na ordem de R$ 23 bilhões”, disse o ministério.

O governo está propondo ainda para o Conselho Monetário Nacional uma linha de financiamento à estocagem de etanol para que as usinas produtoras possam distribuir a produção ao longo do ano. Esse programa teria recursos da ordem de R$ 4,5 bilhões em um primeiro ano.

As medidas contarão com o trabalho da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que deverá receber recursos da ordem de R$ 40 milhões, até 2015, para o desenvolvimento de variedades resistentes à seca e adaptadas à região Centro-Oeste.

Repercussão
Para o presidente da União dos Produtores de Bioenergia (Udop), Celso Torquato Junqueira, a questão que se levanta agora é como ficará o acesso ao recursos, especialmente para o caso de produtores independentes, que não estão ligados a grandes grupos industriais.

“São duas questões, uma é a disponibilização dos recursos e a outra é questão do acesso… Eu tenho uma preocupação de que os recursos não cheguem onde precisam (chegar)”, disse o presidente da associação que representa produtores no noroeste de São Paulo, em sua maioria, com associados também no Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais.

Segundo ele, como a operacionalização desses recursos independe de vontade política, mas de instituições financeiras, só será possível avaliar se o acesso foi mais amplo ao longo do processo de liberação dos recursos.

“Uma coisa é que precisamos recuperar a produção perdida… a outra é que temos que ampliar a produção para atender o crescente mercado de carro flex, o crescimento vegetativo do consumo mundial do açúcar e novos mercados específicos do etanol aditivo”, acrescentou.

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) disse por meio de sua assessoria de imprensa que o programa representa praticamente a continuidade do que havia sido anunciado para este ano. Em entrevista à Reuters recente, o diretor-técnico da Unica, Antônio de Pádua Rodrigues, havia chamado a atenção para a importância de programas com o do BNDES serem replicados.

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23 Feb 2012

Acoplamentos para Bombas Centrifugas

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23 Feb 2012

Acoplamentos Falk

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23 Feb 2012

Rotor Bombas Geremias

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23 Feb 2012

Bombas Helicoidais

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23 Feb 2012

Bombas Scanpump

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23 Feb 2012

Bombas Hero Quimica

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23 Feb 2012

Rexam inicia venda de unidade de cuidados pessoais

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SÃO PAULO – Depois de um avanço de 2% nas vendas globais no ano passado, a fabricante de embalagens Rexam anunciou hoje que iniciou o processo de venda de sua unidade de cuidados pessoais, cujo desempenho tem decepcionado, pressionando os resultados da empresa.

“Os negócios de cuidados pessoais são atraentes e há algumas oportunidades boas de investimentos, mas acreditamos que nós conseguimos melhor retorno de outras áreas como nossos negócios de saúde e de latas para bebidas”, afirmou ao Financial Times, o presidente executivo da Rexam, Graham Chipchase.

Segundo o executivo, o banco Braclays Capital está administrando o processo de venda da área, que fornece embalagens para segmentos como o de cosméticos e produtos para a casa. A empresa não divulgou o valor dos negócios da serem vendidos, mas analistas estimam que pode chegar a 350 milhões de libras, que correspondem a cerca de US$ 550 milhões.

Nos resultados divulgados hoje, a Rexam apresentou avanço de 2% nas vendas em 2011, para 4,734 bilhões de libras. Os lucros antes dos impostos avançaram 15%, para 450 milhões de libras. O lucro líquido, por sua vez, ficou no patamar dos 376 milhões de libras, avanço ante os 124 milhões de libras registrados em 2010. A empresa elevou em 20% o valor dos dividendos a serem distribuídos, para 14,4 centavos por ação.

Para 2012, a Rexam está cautelosa com relação ao desempenho da economia global. A empresa vai se focar nos custos. “Na área de latas para bebidas, estamos vendo oportunidades para investimentos, bem como parcerias e aquisições”, afirmou a empresa em nota.

No Brasil, a companhia tem 10 fábricas. Está investindo em uma nova unidade, no Pará, com capacidade de 1,2 bilhão de latas. A empresa já anunciou ainda a reabertura da unidade de Pouso Alegre (MG) e a ampliação da capacidade de outras fábricas – Jacareí (SP) e Recife (PE). Com a nova unidade, a Rexam passa a ter 11 fábricas no Brasil, com capacidade total de 14 bilhões até o fim de 2012.

(Vanessa Dezem | Valor)

23 Feb 2012

Lucro líquido da WEG cresce 13% em 2011, para R$ 586,9 milhões

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FLORIANÓPOLIS – A fabricante de motores elétricos WEG, sediada em Jaraguá do Sul (SC), fechou o ano de 2011 com um lucro líquido de R$ 586,9 milhões, um crescimento de 13% sobre os R$ 519,8 milhões de 2010. O retorno sobre o patrimônio líquido foi de 17% em 2011 ante 15,8% em 2010 e a margem líquida foi de 11,3% contra 11,8% em 2010.

Em todo o ano de 2011, a receita operacional líquida consolidada atingiu R$ 5,12 bilhões, um crescimento de 18,2% em relação ao ano anterior.

Os destaques, segundo a empresa, foram as áreas de equipamentos eletrônicos industriais, que cresceu 29% no ano em relação a 2010; a área de tintas e vernizes, que cresceu 12% na receita, e a área pela qual a empresa atende o setor de energia chamada de GTD. Este ramo voltou a ter aumento de demanda em 2011, chegando a um incremento de 15% nos negócios em relação a 2010. Segundo comunicado da WEG, “a entrada de pedidos (em GTD) já se encontra em ritmo normalizado, o que deve significar menores variações ao longo dos próximos períodos”.

De acordo com a empresa, o mercado interno foi o mais representativo em valores absolutos em 2011, mas o mercado externo foi o que mais cresceu percentualmente. A receita operacional líquida no mercado interno atingiu R$ 2,9 bilhões, um aumento de 9% sobre o ano anterior. Isto significou 56% da receita operacional líquida total.

Já no mercado externo, a receita operacional líquida atingiu R$ 2,3 bilhões, respondendo por 44% da receita operacional líquida total. O mercado externo teve crescimento de 33% sobre o ano anterior quando a comparação é feita pelos valores em reais (R$). O aumento da receita ao longo de 2011 teve relação com as aquisições feitas pela empresa e aumento dos negócios, com novas áreas de atuação.

4º trimestre

No quarto trimestre de 2011, a companhia registrou lucro líquido de R$ 156,2 milhões, com alta de 10,4% na comparação com o mesmo período de 2010. No período, a receita operacional líquida foi de R$ 1,46 bilhão, com crescimento de 17% sobre o mesmo período de um ano antes e alta de 11,5% sobre o trimestre imediatamente anterior.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida, na sigla em inglês) atingiu R$ 258,2 milhões, com alta de 15,2% em relação ao mesmo período no ano anterior e crescimento de 5,9% em relação ao terceiro trimestre de 2011. O desempenho foi impulsionado pelo aumento nas vendas ao mercado externo, que mostraram um avanço de 31% nas receitas.

Ao fim de dezembro do ano passado, a dívida líquida da WEG somava R$ 245,5 milhões, ante um caixa de R$ 134 milhões no mesmo período de 2010.

(Vanessa Jurgenfeld | Valor)